Protegido: Acompanhamento da participação das crianças

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Dica de Leitura: Saúde Mental na Escola

Quem trabalha com20140716124800_Estanislau_Saude_Mental_Escola_G crianças e adolescentes precisa conhecer esse material. Com uma linguagem acessível, o livro traz informações claras que ajudam no entendimento das fases e das necessidades de desenvolvimento de crianças e adolescentes.

Os principais pontos do livro:

– Como promover a saúde mental de crianças e adolescentes?

– Como diferenciar transtornos mentais, como o transtorno de déficit de atenção/hiperatividade, de características do desenvolvimento normal, como agitação?

– Qual o papel da escola, em particular o do professor em sala de aula, no auxílio a alunos e famílias com problemas no âmbito da saúde mental?

Estas e outras questões são abordadas neste livro, repleto de dicas e exemplos que auxiliarão os profissionais da educação a compreender e lidar com questões de saúde mental na escola.

Lançamento do Projeto OCA

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Lançamento do Projeto OCA, um álbum no Flickr.

O Projeto Observatório da Criança e do Adolescente é uma iniciativa do movimento Nossa Brasília, em parceria com o Projeto ONDA e com o Coletivo da Cidade. O Projeto OCA, como foi apelidado, tem o patrocínio do Instituto C&A, Redes e Alianças. O objetivo do projeto Oca é capacitar adolescentes para que conheçam seus direitos como cidadãos e moradores da Cidade Estrutural, entendendo como funcionam as decisões politicas que impactam os investimentos em educação, saúde, infra-estrutura, politica ambiental, mobilidade urbana, cultura, lazer, entre outros. Ao longo de 2013, diversas atividades vão criar oportunidades para que jovens da rede publica de ensino desenvolvam suas lideranças e deixem como legado as suas descobertas, trocas, aprendizados para as próximas gerações, compartilhando com as crianças da Cidade Estrutural. O projeto Oca esta apenas começando, mas a gente espera que você faça parte com a gente dessa historia.

Diário de Bordo da Reunião de Acordo Construido com o Coletivo da Cidade no Encontro de Voluntários da Cidade Estrutural e Consolidação da Parceria

Uma experiência de troca de valores, de acordo e sinergia, valendo mais serviços e a qualidade deles em nossos territórios. Se de um lado, certa cristalização institucional de práticas e metodologia e instrumentos de consolidação por parte das Aldeias Infantis SOS Brasil, de outro o vigor livre e inaugural do Coletivo da Cidade numa composição jovem de forças, vontade de descobertas novas e de compromisso com a mudança social, para juntar teoria e prática, ciência com consciência social.

Tarde maravilhosa, com mais de 30 pessoas dispostas ao voluntariado, equipe do Coletivo da Cidade, visitando os espaços, com o André Zanardi contando a história da resistência do povo, da criação do Coletivo, junção de ideias, a correnteza na enxurrada dos direitos que esses jovens queriam juntar, coletar, revelar e afirmar na Cidade Estrutural. Daí a grande luz que se intitulou na história deste território: COLETIVO DA CIDADE.

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Coracy Chavante e Nelson Peixoto estavam por lá. Coracy mais do que já havia adotado a Cidade Estrutural, quase que com duas identidades: das Aldeias e do Coletivo. Ele foi o elo que consolidou nossa parceria construída desde os primeiros “tijolos fundacionais” do Coletivo da Cidade.

imageUm agosto com forte gosto de parceria, prato coletivo que se  criou/construiu para servir mais direitos no Itapoã e na Cidade Estrutural! Crianças, adolescentes e jovens não estavam por lá, dia 11. Voluntários acadêmicos da UNB, gente vibrante que querem mudar o mundo e as relações que geram iniquidades! Coletivo da Cidade e Aldeias Infantis SOS BRASIL/Brasília/Brasil em sintonia metodológica! Parabéns, Coracy, Fabiana, André, Natália, Mel e equipe brava que por lá coleta a força e os saberes do povo para afirmar a Cidadania! E era véspera do DIA DOS PAIS! VIVA!

Gente boa que tem lições para nos dar! Conversamos que cada um é um “manancial” que escorre numa coletiva ação para construir uma infância feliz e plena em direitos na Cidade Estrutural e no Itapoã. Coletivo da Cidade, força jovem, entusiasmo de servir e amar, descobrir no olhar de uma criança ou adolescente que juntos mudam onde colhemos o que o povo já protagonizou em resistência! Valeu estar com vocês e saber da Memória Viva que vocês recontam e querem reeditar! Parabéns!

Depois de visitar as instalações ficamos pensando na densidade do significado da palavra “Coletivo da Cidade” que se reforçou quando ouvimos a música “Cidadela” durante a apresentação dos trabalhos que se realizam, e aí fomos ligando outras palavras que contém a origem de outras palavras: aldeia, ideia, Deus, cidade, idade. Delírio filosófico semântico das palavras? Pode ser que sim, mas elas carregam de forma escondida o princípio fundamental da CIDADANIA: Luz, lugar de todos, sol de justiça, clarão de direitos, estrelas de DIGNIDADE!

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“Como um redemoinho, esta logomarca sinaliza o giro e a roda que vai se formando com todos; sentimento de pertença, lugar incluído nessa força que cada um alimenta com seu esforço e dedicação”. A história da Cidade Estrutural traz uma torrente de participação do passado, descortina possibilidades para o futuro e se faz PRESENTE com parceiros do MOMENTO NOVO.

Por Nelson Peixoto – Gestor da Aldeias SOS Brasil – Programa Brasília em 11 de agosto de 2012.

Espetáculo de Teatro na Cidade Estrutural – Hoje às 17 horas

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SINOPSE:
Pouquíssimas pessoas sabem que existe um departamento criado pelo governo para tirar fotocópias para os demais órgãos públicos, porém, como todos os outros departamentos já possuem sua própria máquina de xerox, as funcionárias da instituição fotocopiadora acabam não tendo absolutamente nada para fazer. Depois dos espetáculos “Além do que se vê” e “Tenho febre mas vou buscar nosso dinheiro”, a companhia Teatro de Açúcar termina sua vida útil e fecha as portas concluindo a “Trilogia Sobre o Tédio e o Tempo”. Este último espetáculo promove a batalha final entre os caprichos da arte e a obsessão pelo funcionalismo público num departamento localizado na cidade onde cada dia é a fotocópia do outro.

Classificação Indicativa: 10 anos

Participação no Lançamento da Campanha do Dia de Combate ao Trabalho Infantil

 

Apresentações de crianças e adolescentes marcaram o lançamento da campanha junto com autoridades e redes de proteção infantojuvenil

Gabriela e WllingtonA campanha foi lançada nesta terça-feira (12) no auditório do Ministério da Justiça com a apresentação da adolescente Gabriela Emily de Souza (14 anos) e Wellington Viana (10 anos, do Coletivo da Cidade, instituição que desenvolve atividades com crianças e adolescentes na Estrutural, em Brasília. No lançamento da campanha, cujo tema este ano é “Vamos acabar com o trabalho infantil – Em defesa dos direitos humanos e da justiça social”, dados do IBGE relativos ao trabalho infantil no Brasil foram apresentados pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, ao que se seguiu a fala de autoridades e integrantes do FNPETI.

A ministra Maria do Rosário, da Secretária de Direitos Humanos da Presidência da República marcou presença e afirmou que o crescimento econômico do Brasil só pode existir sob o marco de um desenvolvimento mais amplo, “nós temos o desafio de extinguir a exploração do trabalho infantil no país”, afirmou.
A secretária executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), Isa Oliveira, afirmou que a diminuição de 13% no trabalho de crianças e adolescentes entre 10 e 17 durante uma década é pouco expressiva.  “Mantendo esse ritmo de redução o Brasil não alcançará a meta de eliminar as piores formas de trabalho infantil até 2016”, conclui.

“O trabalho infantil é quase permitido pela sociedade quando falamos de crianças de baixa renda. É como se a sociedade dissesse: “é melhor estar trabalhando do que estar no crime ou na droga’. Como se a criança de baixa renda tivesse apenas essas duas opções, o trabalho ou o crime, como se ela tivesse nascido sem o direito de ser criança”, afirma a deputada federal Erika Kokay (PT-DF), da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente.
Na entrada do auditório ficaram expostos cartazes com desenhos de crianças e adolescentes da Estrutural que participam das atividades do Centro de Convivência, da Associação Viver e do Coletivo da Cidade, espaços onde as crianças participam de atividades culturais, de lazer e esportivas na Estrutural, em Brasília.
No mesmo dia, à tarde, e no dia seguinte pela manhã, foi realizado no Parque da Cidade o “II FestAr – Criança que Brinca não Trabalha”, onde as crianças e adolescentes participaram de oficinas de pipa e cata-vento e troca de brinquedos, cujo objetivo é chamar a atenção da sociedade para a proteção dos direitos da criança e do adolescente, por meio do resgate de brincadeiras populares.
A campanha é coordenada pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI) em parceria com os Fóruns Estaduais, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), Fundos das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Ministério Público do Trabalho, Conselho Nacional do Ministério Público, Ministério do Trabalho, Ministério do Desenvolvimento Social, Secretaria dos Direitos Humanos/PR, Ministério da Saúde, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (SEDEST) do Distrito Federal, Plenarinho da Câmara dos Deputados e Fundação Telefônica.

Sobre o dia 12 de junho

Em resposta a essa situação de trabalho infantil no Brasil e no mundo, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), desde 2002, com o intuito de chamar a atenção da sociedade e dos governos para o grave problema do trabalho infantil, incentiva à realização de mobilizações no dia 12 de Junho – Dia de Combate ao Trabalho Infantil – instituído pela organização.
Ao longo dos últimos anos, a data tem ganhado importância e o reconhecimento da sociedade brasileira. Constitui-se, portanto, como um momento de sensibilização, mobilização e potencialização dos esforços empreendidos no combate e prevenção do trabalho infantil no Brasil.

Fotógrafo: Edson Gês, SEDEST

http://www.fnpeti.org.br/destaque/criancas-e-adolescentes-protagonizaram-o-lancamento-da-campanha-do-dia-contra-o-trabalho-infantil-em-brasilia